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Carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026

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O mercado brasileiro de veículos 100% elétricos chega a 2026 em um ritmo acelerado. Isso porque, ao longo de 2025, o número de emplacamentos cresceu de forma consistente, indicando uma mudança gradual no comportamento do consumidor.

Entre janeiro e novembro de 2025, mais de 68 mil carros elétricos puros foram licenciados no país. Além disso, somente no mês de novembro, os registros superaram a marca de 7 mil unidades. Como resultado, os elétricos alcançaram cerca de 4,3% de participação no mercado total de veículos leves já no início de dezembro, um avanço relevante em relação ao ano anterior.


Crescimento continua apesar dos desafios

Embora o segmento ainda represente uma parcela relativamente pequena do mercado automotivo brasileiro, o crescimento segue firme. Mesmo diante de obstáculos, como preços elevados, infraestrutura de recarga limitada e forte dependência de modelos importados, a evolução permanece constante.

Atualmente, a maior parte da oferta é composta por veículos vindos da China e da Europa. Nesse contexto, marcas asiáticas ganharam protagonismo, consolidando operações no país e ampliando a variedade de modelos disponíveis.


Produção nacional começa a ganhar forma

Ao mesmo tempo em que as importações seguem relevantes, a produção local começa, aos poucos, a sair do papel. Nesse sentido, pelo menos duas montadoras já contam com montagem nacional de veículos 100% elétricos.

Além disso, outros projetos industriais seguem em análise e podem se concretizar nos próximos anos. Paralelamente, o mercado avança com novos lançamentos, reposicionamentos de preços e campanhas promocionais, mesmo com a retomada gradual do imposto de importação.


Os carros elétricos mais baratos do Brasil em 2026

Diante desse cenário, alguns modelos se destacam por oferecer preços mais acessíveis, tornando-se a principal porta de entrada para quem deseja migrar para a mobilidade elétrica.

A seguir, veja os veículos elétricos com menor preço no mercado brasileiro em 2026, considerando valores oficiais e campanhas promocionais vigentes no momento da apuração.


1. Renault Kwid E-Tech — a opção mais acessível

O Kwid E-Tech segue, de forma isolada, como o carro elétrico mais barato do Brasil. Além de manter o menor preço, o modelo recebeu atualizações visuais, melhorias no acabamento interno e uma central multimídia mais moderna.

Com autonomia voltada principalmente ao uso urbano, o modelo atende bem deslocamentos diários. Ainda assim, o pacote atualizado ajuda a sustentar sua competitividade, mesmo diante da chegada de novos concorrentes.


2. BYD Dolphin Mini — o elétrico mais vendido do país

Logo atrás, o Dolphin Mini se consolidou como o elétrico mais vendido do Brasil. Por ser maior, mais potente e ter autonomia superior, ele se posiciona como uma alternativa mais equilibrada para quem busca um carro urbano, mas não abre mão de espaço e equipamentos.

Além disso, o preço agressivo ajuda a explicar seu bom desempenho comercial e sua popularidade entre novos compradores de elétricos.


3. Geely EX2 — mais espaço e desempenho

O EX2 chama atenção por oferecer porte semelhante ao de modelos de categoria superior. Nesse sentido, entrega mais espaço interno, desempenho mais forte e autonomia competitiva, mesmo custando o mesmo que elétricos menores.

Dessa forma, o modelo consegue disputar espaço não apenas entre os compactos urbanos, mas também com opções mais completas do segmento.


4. JAC E-JS1 — foco urbano e simplicidade

Apesar de já estar há mais tempo no mercado, o E-JS1 continua presente no ranking. Por outro lado, enfrenta concorrentes mais modernos, maiores e mais eficientes pelo mesmo valor.

Ainda assim, segue sendo uma alternativa para quem busca um elétrico simples, voltado principalmente para trajetos urbanos curtos.


5. Caoa Chery iCar — perdeu espaço com a evolução do mercado

Com visual diferenciado e proposta urbana, o iCar acabou perdendo protagonismo. Isso aconteceu porque, ao longo do tempo, surgiram rivais mais potentes, com maior autonomia e melhor custo-benefício.

Mesmo assim, continua sendo uma opção funcional para quem prioriza uso na cidade.


6. BYD Dolphin GS — equilíbrio entre preço e versatilidade

Subindo um pouco de patamar, o Dolphin GS se destaca pelo conjunto mais completo. Além de maior autonomia, oferece melhor desempenho e mais espaço interno.

Por isso, atende consumidores que desejam ir além do uso urbano, sem entrar na faixa de preço dos SUVs elétricos.


7. GWM Ora 03 Skin — desempenho como diferencial

O Ora 03 Skin aposta no desempenho e no acabamento para se manter competitivo. Embora a autonomia oficial seja menor que a de alguns rivais, o conjunto agrada quem valoriza potência e estilo.


8. MG4 Comfort — autonomia elevada e preço competitivo

O MG4 se beneficia do preço promocional vigente. Como resultado, entrega um conjunto técnico forte, com boa autonomia e capacidade de recarga rápida.

Dessa maneira, passa a disputar espaço até com SUVs compactos elétricos.


9. GAC Aion ES — opção elétrica no formato sedã

Em meio a um ranking dominado por hatches, o Aion ES se diferencia por ser um sedã. Além disso, oferece bom espaço interno e conforto, atendendo famílias que buscam um elétrico mais tradicional.


10. GAC Aion Y — SUV elétrico mais acessível da lista

Fechando o ranking, o Aion Y se destaca como o SUV elétrico mais barato entre os modelos listados. Ao mesmo tempo, entrega bom espaço interno, autonomia competitiva e proposta familiar.


O ranking pode mudar ao longo de 2026?

Sim. Ao longo do ano, reajustes de preços, novas promoções e lançamentos podem alterar completamente a lista. Por esse motivo, o ranking deve passar por atualizações conforme o mercado evolui.


Conclusão

Em síntese, o mercado de carros elétricos no Brasil chega a 2026 mais maduro, competitivo e diversificado. Embora os preços ainda sejam um desafio, a oferta de modelos mais acessíveis cresce de forma consistente.

Dessa forma, o consumidor passa a ter mais opções para ingressar na mobilidade elétrica, seja por economia, sustentabilidade ou inovação tecnológica.

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